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CUT-AL PARTICIPA DE ATO PELO DIA INTERNACIONAL DE COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

26/11/2016

A presidenta da CUT-AL, Rilda Alves, participou, nesta sexta-feira (25.11) do ato público promovida pela Marcha Mundial das Mulheres, pelo Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher....

Escrito por: Ascom/CUTAL

A presidenta da Central Única dos Trabalhadores do Estado de Alagoas (CUT-AL), Rilda Alves, participou do ato público promovida pela Marcha Mundial das Mulheres, pelo Dia Internacional de Combate à Violência contra a mulher. Neste dia 25 de novembro de 2016, as mulheres de vários movimentos e entidades sindicais de Alagoas foram às ruas de Maceió denunciar o descaso do Estado perante a situação de violência contra a mulher.
O evento teve início às 10h, com falas e palavras de ordem do conjunto das mulheres presentes, que manifestaram para a sociedade os casos de violência, a exemplo de espancamento e estupro e a falta de segurança pública no estado de Alagoas.
As mulheres seguiram em marcha até a sede da Secretaria Estadual de Mulheres e Direitos Humanos (SEMUDH-AL), onde estava agendada uma audiência com as secretarias de Estado de Segurança Pública e dos Direitos Humanos de Alagoas, entre outras entidades. A audiência também contou com presença da deputada federal Rosinha da Adefal.
Durante o encontro, Rilda Alves reafirmou o posicionamento da CUT contrário à PEC 55 e todos os pacotes de Medidas Provisórias que retiram os direitos das Trabalhadoras e dos Trabalhadores.
“Seguiremos em resistência, não podemos admitir esse retrocesso, onde afeta a vida das mulheres e a nossa luta, ressaltamos ainda o compromisso e a responsabilidade dos nossos deputados federais que ocupam um espaço no congresso nacional, onde tem uma grande responsabilidade com a sociedade e com as trabalhadoras”, afirmou Rilda
Segundo ela, a audiência pública foi de grande importância e não é a primeira vez que as mulheres apresentam uma pauta dos anseios e necessidades vivenciados e vividos no dia a dia, em que não tiveram por parte do governo. “Isso mostra a falta de responsabilidade por parte do nosso estado. Precisamos de políticas públicas que possam atender as nossas mulheres do campo e da cidade, consolidando e fortalecendo a nossa luta”. 
Rilda ressaltou que o combate à violência contra a mulher exige ações integradas em diversos níveis, áreas e instâncias. “A violência contra a mulher é um problema complexo, que não se resolverá de forma simplista. Encontrar soluções representa um enorme desafio para todos os segmentos da sociedade”.
A Central Única dos Trabalhadores reafirma seu compromisso com a defesa dos direitos humanos das mulheres como instrumento da construção de um mundo justo, fraterno, solidário e livre de toda forma de opressão. “Reafirmo que continuarei a trabalhar para conquistar espaços de cidadania, construindo uma discussão ampla, que nos permita desvendar e desconstruir as amarras da cultura milenar que estruturou e consolidou as desigualdades de gênero, fazendo valer os nossos direitos de mulheres e ter uma maior participação nas políticas públicas”, concluiu a presidenta da CUT-AL.

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