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Militares realizam ato público e pedem paz em Alagoas.

14/06/2012

“A violência chegou à casa das famílias milicianas.

Escrito por: Fonte: Alagoas24horas

 

Com uma faixa “Militares exigem paz em Alagoas”, os policiais militares realizaram – nesta quarta-feira, 13 - uma mobilização no Centro de Maceió para chamar a atenção da sociedade sobre o aumento dos casos de violência no Estado. Inicialmente a idéia dos militares era realizar uma passeata pela paz, nas ruas do Centro, no entanto, devido à pequena adesão da categoria, os militares decidiram fazer um ato público com entrega de panfletos à população.

Os manifestantes esclareceram à população que o aumento da criminalidade está fazendo vítimas também entre os membros da corporação. As associações de militares estão indignadas com os casos de policiais assassinados no Estado. Segundo informações do presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos Militares de Alagoas (ASSMAL), sargento Teobaldo de Almeida, em seis meses, nove policiais militares foram mortos em território alagoano.

“A violência chegou à casa das famílias milicianas. O último concurso público aconteceu em 2006 e, neste período, já foram para reserva pelo menos 2.400 policiais. Existe a necessidade de mais policiais, mas estamos sofrendo muito com a desvalorização dos policiais militares e a falta de interação entre as autoridades que fazem a Segurança Pública. A Polícia Militar não interage com a sociedade para ver que medida tomar contra a criminalidade. A violência não se combate só com força, mas com inteligência e planejamento”, disse Almeida.

Os policiais aproveitaram o ato para pedir a aprovação de dois projetos de lei que beneficiam a categoria. Um deles prevê a implantação do Serviço Extra Voluntário (SEV), o conhecido "Bico Legal" e o outro versa sobre a efetivação da escala de serviço com 36 horas semanais. Para a categoria, o SEV acabaria com os bicos para empresários, já que, o PM trabalharia para corporação por mais 30 horas mensais e ainda receberia um incremento salarial.

Os militares também continuam reclamando das escalas, consideradas excessivas, já que, em alguns batalhões, os militares trabalham mais de 60 horas semanais. “Já apresentamos os projetos ao comando da PM há quase dois meses e até o momento não recebemos resposta”, concluiu Teobaldo Almeida.

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