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Adufal avalia situação da Ufal como ‘calamitosa’.

06/06/2012

Manifestantes pedem melhores salários e mais segurança.

Escrito por: Alagoas24horas

 

Em greve há pouco mais de dois meses, docentes e discentes da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) se reuniram na manhã desta terça-feira, dia 05, no Calçadão do Comércio, Centro de Maceió, seguindo a mobilização nacional em protesto por reajuste salarial e mais segurança na unidade de ensino. Atualmente 48 universidades federais aderiram à paralisação que já atinge mais de um milhão de pessoas.

Segundo o presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Alagoas (Adufal), Antônio Passos, outras dez universidades devem entrar em greve nos próximos dias. Ainda de acordo com Passos, no próximo dia 11 será anunciado o indicativo de greve dos técnicos do administrativo da Universidade. “Este ato público tem uma proposta diferenciada dos atos realizados anteriormente. Nosso objetivo e sensibilizar o governo federal que negocia com a classe há mais de dois anos. Pedimos desculpa à sociedade pelos transtornos, mas é preciso que seja compreendido que brigamos por uma Universidade pública e de qualidade”, esclareceu Passos.

Os professores pedem uma carreira única para os docentes federais, piso salarial de R$ 2.329,35 (valor calculado com base no salário mínimo do Dieese), carga horária de 20 horas semanais, conclusão das obras dos Campi do interior e segurança dentro das unidades de ensino.

Os manifestantes esperam ser recebidos pelo Governador do Estado para discutir medidas que minimizem a insegurança dentro da Ufal de Maceió e Arapiraca, lotadas ao lado de presídios. “A atual situação é de total calamidade. Não temos segurança, as instalações são deficientes, banheiros interditados, cadeiras quebradas e salários defasados”, concluiu Passos.

O estudante do curso de Direito, João dos Santos, disse ser louvável a reivindicação dos professores. “O estado da Universidade envergonha os estudantes. Até solucionarmos a situação o calendário de aulas permanecerá suspenso. Neste momento, estudantes de outras universidades do país realizam assembleias para fortalecer o movimento”, relata.

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