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Entidade questiona a paralisação de projetos que atendiam população

24/05/2012

É lamentável que a atual diretora da Guarda de Maceió não faça um diagnóstico realista dos problemas que tem afetado a entidade e, em consequência, os trabalhadores.

Escrito por: Sindguarda-Al.



Os cerca de 839 guardas municipais que atuam na capital alagoana são homens e mulheres muito bem preparados para exercerem funções além daquelas para as quais foram contratados. Essa é uma realidade amplamente divulgada não apenas por esse site, mas, especialmente, por outros portais que destacam as ações desenvolvidas por gm’s de todo o Brasil. 

Esse é mais um motivo que leva a direção do Sindguarda-AL à indignação com o tratamento dispensado, atualmente, para a instituição de Maceió. Segundo a direção do Sindguarda-AL, a instituição se encontra no completo abandono, considerando desde a infraestrutura da sede, no bairro do conjunto Joaquim Leão Vergel do Lago, até a falta de projetos que alavanquem a imagem da instituição.

INFRAESTRUTURA

As reclamações são constantes e os questionamentos inúmeros, pois os companheiros fardados não entendem a falta de vontade política e administrativa em garantir uma instituição que funcione exemplarmente.

As instalações, por exemplo, não oferecem o suporte necessário aos servidores e os postos de serviço também apresentam deficiências, cujas reclamações já foram protocoladas insistentes vezes pela diretoria do sindicato.

É lamentável que a atual diretora da Guarda de Maceió não faça um diagnóstico realista dos problemas que tem afetado a entidade e, em consequência, os trabalhadores. 

Os números existem apenas para demonstrar a ineficiência: são oito anos da atual gestão municipal e cinco diretores que passaram pela GM nesse período. Dessa forma, fica clara a dificuldade em se dar prosseguimento em determinados projetos que beneficiavam a sociedade. Segundo o presidente do Sindguarda-AL, Cleif Ricardo, projetos antes desenvolvidos pela instituição com a contribuição dos guardas de Maceió, como “A Guarda faz escola” foram deixados de lado. “Não entendemos porque projetos de tamanha utilidade são desativados e colocados no esquecimento. Enquanto isso, vemos Guardas Municipais em outras partes do país atuando em áreas cada vez mais diversificadas”, desabafou o presidente.

Outra questão discutida, é a necessidade de se liberar o porte de arma, cuja dificuldade de emplacar para os gms de Maceió já se tornou uma “novela”, sem previsão de fim. A questão, como bem dizem os diretores sindicais, é de vontade política, ou a falta dela. “É preciso que os vereadores, representantes do povo, discutam segurança pública com enfoque de investimento na Guarda Municipal de Maceió.

Segundo o presidente da Câmara de Maceió, vereador Galba Novaes (PRB), a próxima administração municipal deve implementar condições para que a Guarda Municipal faça a segurança pública em parceria com a Policia Militar. "Os guardas municipais tem condições de fazer um bom trabalho na área de inteligência. Esta Casa deu prerrogativas ao município para fazer a segurança pública. Aprovamos a criação da Secretaria de Segurança Comunitária”, frisou Novaes. 

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