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Educação protesta contra descaso do Governo

23/05/2011

Parados desde quinta-feira, 19, trabalhadoras e trabalhadores da educação fecharam a SEE e impediram o expediente

Escrito por: Emanuelle Vanderlei

Desde às 6h da manhã desta sexta-feira, trabalhadores/as da educação fecharam a SEE como forma de protesto contra o desrespeito do Governo do Estado com os servidores públicos. Parados desde quinta-feira, 19, trabalhadoras e trabalhadores da educação fecharam a SEE e impediram o expediente.
O protesto durou a manhã inteira, com direito a denúncia da situação das escolas através de banners com fotos, leitura de moções de repúdio aprovadas em assembléia da categoria, e apresentação em telão da entrevista em que o governador Teotônio Vilela Filho dá uma gargalhada quando é questionado sobre o reajuste dos servidores públicos. “Ele trata os servidores públicos com desdém, gargalhando de algo tão sagrado para nós, que são os nossos salários”, desabafa a vice-presidenta do Sinteal, Consuelo Correia.
Ainda no telão, foi reproduzido o depoimento da professora Amanda Gurgel, do Rio Grande do Norte, que reproduz o sentimento de trabalhadoras (es) da educação de todo o país.
Essa foi uma ação do Movimento Unificado dos Servidores Públicos, que começou na tarde de ontem durante assembléia realizada na Praça Deodoro, no Centro de Maceió. A ação contou, mais uma vez, com o apoio do deputado estadual Judson Cabral, que esteve no local e falou sobre números, reafirmando que o problema deste governo são as prioridades. “Só com publicidade e consultorias terceirizadas, gastou-se mais de R$ 30 milhões no ano passado”, disse ele.
Servidoras e servidores públicos estaduais tem sofrido com o descaso do poder público desde o início da gestão anterior de Teotônio Vilela. Sem reajuste há mais de 4 anos, não aceitaram a proposta de 5.91% divididos em duas parcelas, apresentada em abril passado. Além disso, denunciam condições precárias nas escolas, hospitais, postos de saúde, delegacias, e todos os serviços públicos estaduais. “Todo esse descaso explica os desastrosos índices sociais que Alagoas tem apresentado”, conclui a presidenta do Sinteal, Célia Capistrano.
Está marcada para a próxima segunda-feira, 23, mais uma edição da caravana da educação. Uma ação programada pelo Sinteal que percorrerá cidades no interior do estado. A primeira foi São Miguel dos Campos, no dia 13 de maio. Desta vez a atividade será em Arapiraca.

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